5.5.06

este post vai pro fábio

porque ele voltou de férias mais comburente do que nunca. porque ele é o tipo exato de geringonça que se deve conhecer na vida. e porque ontem a gente cantou “tigresa” no táxi de forma ébria e muito linda.

o fábio não vai ler isso aqui porque não sabe que eu tenho um blog. nem vai ficar sabendo por mim, muito menos pelo orkut, que ele visita a cada três meses. o fábio é assim, é informado do mundo pela folha e pela new yorker, olha pras coisas com mil olhos ao mesmo tempo e não se rende fácil a tudo o que brilha.

eu gosto de estar por perto porque o fábio está seguro do seu tamanho e, por isso, é generoso o bastante pra tornar os outros maiores. ele sabe das coisas e me ensinou muitas delas. me mostrou que a vida vale mais a pena quando a gente dispensa defesas e se dispõe a aprender com as diferenças.

é o mais carioca dos meus amigos, mesmo sendo um autêntico paulista. ele paga a cerveja de todo mundo, e isso tá longe de ser o motivo que faz dele um sujeito muito amado: é só a festa que ele inventa pra viver.


2 comentários:

Anônimo disse...

babe, seu amigo fabio não lê seu blog mas eu leio. e roubei uma frase dele que achei muito legal.
só devolvo quando eu ganhar um post só pra mim... (afinal sou leonina, e mereço).

bjos da sarita.

Anônimo disse...

Às vezes chegou a pensar, o que fábio faz no meio daquela pirralhada faz-de-tudo-para-aparecer? Mas ele sabe onde está. Esse sabe! Não eu.
Talvez sejam vivências antropológicas... ou não!
brunopettinelli